Vulcões no Havaí
O Havaí é o paraíso para os turistas de todo o mundo e também é a casa de diversos vulcões, sediando até um parque intitulado “Parque Nacional dos Vulcões do Havaí” contendo vulcões que permanecem ativos até hoje. Para quem o visita tem a garantia de uma experiência espetacular e única.
Os vulcões no Havaí trazem consigo diversas lendas e crenças para a população. Tornando-se um lugar de peregrinação para diversos havaianos que creem que ao caminhar entre os cones de cinzas iram encontrar seu mana ou seu poder divino.
Paisagem
Próximo aos vulcões, que continuam ativos, a paisagem sofre constantes mudanças. Isso se deve ao fato das erupções vulcânicas irem formando incríveis formações geológicos na região. Em algumas áreas ainda podem ser encontrados pássaros raros e florestas de samambaia gigantescas.
O monte mais alto do mundo está localizada no Havaí. O Mauna Kea se ergue 10 mil metros acima do leito do Pacífico, apesar de 4200m de total sua dimensão esteja acima do nível do mar.
Mauna Kea, um vulcão adormecido que os estudiosos afirmam que sua última erupção ocorreu a mais de 4 mil anos. É uma atração que atrai a atenção de inúmeros turistas pois oferece uma visão do céu incrivelmente límpida e deslumbrante. O ambiente também atrai os olhares atentos de astrônomos profissional que disputam espaço nos observatórios espalhados pela paisagem lunar da montanha.
Lendas
Mauna Kea é casa da deusa da neve, Poliahu. Essa deusa é adorada por agricultores que segundo eles as suas terras eram irrigadas por seus riachos provenientes de sua neve derretida.
Já o vulcão vizinho de Mauna Kea, o Mauna Loa, tem como deusa residente a temida deusa do fogo, Pele.
Segundo a lenda, há muitos séculos atrás essas duas deusas haviam brigados devido a uma disputa de holua. Este que é um esporte tradicional dos havaianos, onde os praticantes descem rapidamente por encostas gramadas em trenós de madeira.
Durante a disputa do jogo, tentando parar Poliahu, Pele teria feito brotar rios de lavas vulcânicas no vizinho Mauna Loa e para restringir a passagem da maré de lava, Poliahu colocou em seu caminho o manto gelado de neve branca que coroa o Mauna Kea durante grande parte do ano.









