Málaga, a segunda maior cidade da Andaluzia, foi um agitado porto sob os domínios fenícios, romanos e mouriscos. Também cresceu no século XIX, quando o vinho doce de Málaga tornou-se uma bebida apreciada na Europa. No centro da cidade antiga ergue-se a catedral, iniciada em 1528, por Diego de Siloé. A segunda Torre foi abandonada em 1765 quando os recursos acabaram, o que valeu à catedral o apelido La Manquita.
O que fazer em Málaga?
Você pode visitar a casa Natal de Picasso, onde o pintor viveu os primeiros anos de sua vida, e que hoje, abriga hoje a Fundação Picasso. Pode ver ainda, o antigo Museu de Bellas Artes de Málaga fica no Palácio de la Aduana.
Exposições temporárias são realizadas no Palácio Episcopal. A ampla fortaleza Alcazaba foi construída entre os séculos VIII e XI e destaca-se pela exposição de objetos fenícios, romanos e mouriscos, assim como o teatro romano. Atrás de Alcabaza estão as ruínas do Castillo de Gilbralfaro, castelo mourisco do século XIV.
Entenda um pouco mais sobre a Espanha Mourisca...
No século VIII, os mouros conquistaram quase toda a Península Ibérica. Os islâmicos chamavam a Espanha de “Al Andalus”. Em córdoba foi fundado um poderoso califado, que se tornaria um dos maiores centros da civilização da Europa Medieval. Os mouros construíram alcazabas (castelos cercados de plataformas) e palácios enriquecidos por pátios, lagos e jardins, nos quais faziam magnífico uso de elementos como arcadas, trabalhos de estuque, azulejos e caligrafia ornamental. Também introduziram novas culturas na Espanha, como a laranja e o arroz .No século XI, o califado dividiu-se em 30 taifas (estados menores) e os reinos cristão do Norte começaram a conquistar partes da Espanha moura. Em 1492, os Reis Católicos tomaram Granada, última fortaleza islâmica. Embora muitos mouros tenham sido expulsos da Espanha após a reconquista, alguns permaneceram e atuaram na construção de novas igrejas e palácios. Chamados de mudéjares (que significa “os que tem permissão para ficar”), esses artesãos criaram um estilo híbridos, que sobreviveu até o século XVIII.









