O Museu Egípcio, no Cairo, é um lugar de muita Cultura e História sobre a Humanidade.
A cidade do Cairo, com dezesseis milhões de habitantes, é a cidade mais grande da África. As ruas centrais do Cairo são as ruas de uma metrópole, em que convivem pessoas de diversas culturas, credos e religiões, com um claro predomínio da religião Islâmica. Os egípcios se referem a capital como: Misr, e às vezes, quando se referem ao Cairo como Anãden "A mãe do Mundo", pois na época medieval foi a maior e mais universal cidade.
O centro da cidade gira em torno de Midan-al-Tahir (praça da Libertação), ao norte da qual se encontra um dos seus principais atrativos da capital: O Museu Egípcio. Nesse Museu, você poderá contemplar magníficas esculturas dos Faraós. Damos destaque para as esculturas de Zoser, Kefrén, Ramses II e Amenofis IV e muitas outras esculturas, relíquias e a grande joia, que constitui o tesouro funerário de Tutancâmon, que ocupa a metade do segundo andar do Museu, e que totaliza mais de 2.099 peças de grande valor.
O Museu foi inaugurado em 1902. O prédio foi construído no estilo arquitetônico Neoclássico, pelo arquiteto Marcel Dourgnon. O museu tem 107 galerias internas com artefatos que datam deste o período Pré-histórico, passando pelo período Auge do Império Romano, e com a maior parte da coleção com foco na Era Faraônica. Há pelo menos 160.000 objetos que cobrem cerca de 5.000 anos da História Egípcia. O andar térreo conduz o visitante por um tour cronológico por meio das coleções, enquanto que os andares superiores reúnem artefatos, divididos entre túmulos funerários de grandes faraós e outras categorias. Mostras que incluem os tesouros de Tutancâmon, esculturas de modelos do dia a dia, estátuas de divindades e, no segundo andar, há varias múmias da realeza do Reino Unido.
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